Um Lugar Silencioso: Dia Um – O Silêncio Nunca Foi Tão Cruel (e Bonito)
Se você acha que já sabe tudo sobre a franquia Um Lugar Silencioso – o suspense dos passos na areia, as lágrimas de Emily Blunt, a regra de “não fazer barulho ou você morre” –, prepare-se para ter seu conceito de horror silencioso completamente redefinido.
Lupita Nyong’o atua com o rosto inteiro. Em um filme onde falar é proibido, ela transmite desespero, sarcasmo e ternura apenas com os olhos. A relação dela com Eric (Joseph Quinn), um estranho inglês que encontra no metrô, é o coração do filme. Eles mal se falam, mas formam uma das duplas mais sinceras do cinema recente. Precisamos falar sobre Frodo , o gato laranja. Se você fica ansioso vendo gatos em situações de perigo, compre um estoque de Rivotril antes de entrar no cinema. O bichano carrega o filme nas costas (e nas patinhas silenciosas). Em um universo onde uma única miada poderia matar todo mundo, a tensão em cada cena com o gato é insuportável. Mas a recompensa emocional vale cada segundo. Melhor que os Originais? Essa é a pergunta de um milhão de dólares. Um Lugar Silencioso: Dia Um não tem a tensão mecânica e perfeita do primeiro filme (dirigido por John Krasinski), nem o escopo grandioso do segundo. Mas ele tem algo que os outros não tinham: alma .